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Mostra Manufatura de Monólogos no Sesc Santos


Artistas da Baixada Santista, provocados a criarem espetáculos autorais, produzem 11 obras inéditas, sob a orientação dos diretores Nelson Baskerville e Luiz Fernando M. Lubi, que serão apresentadas nesse ciclo, que conta ainda com uma roda de conversa sobre estes processos. De 20 a 26 de Fevereiro.

PROGRAMAÇÃO:

- 20/02, 18h – Malditas* (18 anos) A peça deriva de uma pesquisa sobre os papeis da mulher na sociedade e utiliza a vida de Patrícia Galvão, a Pagu, como fio condutor de sua narrativa não-linear. Um grito pela liberdade na luta por igualdade de gêneros. Por meio das artes, sobretudo o teatro e a poesia, Pagu propõe um novo caminho de luta.

*Praça dos Andradas, Centro de Santos, sendo que parte do espetáculo ocorre dentro da Cadeia Velha.

- 21/02, 19h30 – Corpo sem nome (16 anos) Ao pé do dançarino feiticeiro um buraco, em cujo fundo o Masculino e o Feminino da Natureza, representados pelas raízes hermafroditas, dormem no seu corpo sem nome. O dançarino entra e sai da sua morada. Ele, deliberadamente, mergulha em si mesmo.

- 21/02, 21h – Não ela (18 anos) Um experimento científico inalatório promete libertar mulheres de seus estigmas, culpas e traumas decorrentes exclusivamente de sua existência feminina, entretanto, fragmentos de suas memórias vêm à tona como parte do procedimento.

- 22/02, 19h30 – Lágrima de Laura (16 anos) A resposta à dor do não pertencimento vivido pelos descendentes dos povos sequestrados de África é o norte deste espetáculo, que se inspira na vida de mulheres negras e no pensamento de intelectuais também negras. Um brado contra a força inumana imputada pelos colonizadores às mulheres e aos homens escravizados e que perdura ainda hoje.

- 22/02, 21h – Resíduos (16 anos) Carlos Drummond de Andrade, no poema igualmente intitulado Resíduos, diz que “de tudo fica um pouco”, e indaga: “se de tudo fica um pouco, mas por que não ficaria um pouco de mim?”. Estas duas frases são o ponto de partida do espetáculo, que convida o público a escavar a memória e visitar lembranças dos resíduos produzidos ao longo de sua própria vida.

- 23/02, 18h – Benjamin – O filho da felicidade (16 anos) Benjamin de Oliveira - Negro, palhaço, ator, compositor, ensaiador, figurinista, autor, produtor - foi um dos criadores do circo-teatro brasileiro. O espetáculo apresenta um recorte da história deste importante artista como ponto de partida para levantar questões relacionadas à afirmação da identidade negra no Brasil, com foco maior no campo das artes.

- 23/02, 21h – Nostalgia do amor ausente (16 anos) Baseado no conto homônimo do autor gaúcho, Walmor Santos, o espetáculo traz à tona a reflexão sobre a ausência do amor perdido. A montagem propõe um jogo entre a loucura e a realidade, de modo que o espectador perceba e se sinta à vontade para mergulhar de modo poético nas dores ora da personagem, ora da atriz, ora de si próprio.

- 23/02, 19h30 – Cartas para Satã (18 anos) O espetáculo propõe, a partir da constatação da falta de perspectiva e da incomunicabilidade, um espaço de diálogo entre público e ator sobre o universo LGBTQ+, refletindo sobre o lugar de pertencimento da personagem em relação às suas crenças e sua subjetividade.

- 24/02, 18h – A pena de Wilde (16 anos) Apaixonado por Oscar Wilde desde a adolescência, quando vivia em Santos, um homem recebe o público para um chá, no intuito de abrir publicamente algo pessoal. Durante a conversa, revela como a carta que recebeu de Elizabeth II, Rainha da Inglaterra, mudou sua vida para sempre.

- 24/02, 21h – Ato solidário (18 anos) Trabalhando através dos conceitos de realidade e ficção, a peça registra o isolamento de um homem subjugado ao poder da indústria pornográfica. Sua derrocada atravessa temas como suicídio, prostituição e vazamentos de vídeos íntimos em redes sociais - assuntos urgentes, mas ainda afastados de grandes debates públicos.

- 24/02, 19h30 – O suicídio mais bonito do mundo (16 anos) Um corpo suicidado, mas ainda em constante declínio, oscila entre identificar-se e reconhecer o outro nas dores de uma existência. "O Suicídio Mais Bonito Do Mundo" torna-se um devaneio de realidades e ficções poéticas sobre mais um tabu instaurado na sociedade.

- 26/02, 20h – Manufatura de monólogos: Processos de criação e produção (Livre) Finalizando a mostra de espetáculos do projeto, os diretores Nelson Baskerville e Luiz Fernando Marques Lubi se encontram com o púbico e com os artistas-criadores da das onze obras criadas na primeira edição da Manufatura de Monólogos para um bate-papo sobre os processos de criação de cada peça, mediados pela dramaturga Dione Carlos.

SESC Santos

Rua Conselheiro Ribas, 136 - Aparecida

Ingressos: Gratuito. Retirada de ingressos a partir das 17h. Limite de 02 ingressos por pessoa.

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